A FINALIDADE
Por
Dr. Abu Ameenah Bilal Philips
Índice
Introdução
Porque Deus Criou?
Porque Deus Criou a Humanidade?
Porque Deus Criou a Humanidade na Terra?
Porque Deus Criou o Mundo?
Conclusão
Índices de Hádices
Índices de Versículos de Al-Qur’an
Referências

A FINALIDADE DA CRIAÇÃO
Introdução
A finalidade da criação constitui um tema problemático/perpléxo para cada ser humano a dada altura da sua vida. Cada pessoa em determinadas alturas pergunta-se a própria a questão seguinte: “Porque é que eu existo?” ou então “Porque objectivo encontro-me aqui na terra?”
A variedade e complexidade dos sistemas obscuros que são partes integrantes do fábrico tanto dos seres humanos como do mundo no qual existem indicam que deve existir um Ser Supremo que criou-lhes. Um projecto implica a existência de um projector. Quando os seres humanos deparam-se com as pegadas (vestígios dos pés no chão) numa praia, eles logo concluem que um ser humano havia passado por ali outrora. Ninguem imaginaria que as ondas do oceano apareceram e estabeleceram-se na terra e por acaso deram azo aos vestígios semelhantes às pegadas de um ser humano. Tão pouco concluirão [inconscientemente] que essas pegadas apareceram na superfície sem finalidade alguma. Uma vez que uma acção direcçionada à uma finalidade é o resultado da inteligência humana, os seres humanos concluem que o Ser Supremo Inteligente deve ter criado com uma finalidade. Portanto, os seres humanos precisam de saber a razão porque eles existem com o intuito de perceberem a finalidade desta vida e posto isto, fazerem aquilo que lhes é benéfico.
Contudo, ao longo dos tempos, houve sempre uma minoria de gente que tem negado a existência de Deus. Na opinião dessas pessoas, a matéria, é eterna e a humanidade é meramente o produto da combinação acidental dos elementos da matéria. Por consequência, para essas pessoas, a pergunta “Porque Deus criou o homem?” nunca teve e continua a não ter uma resposta, porque não há finalidade alguma na existência [para elas]. Todavia, uma vasta maioria da humanidade ao longo dos tempos tem acreditado e continua a crer na existência de um Ser Supremo que criou este mundo com uma finalidade. Para esse grupo de gente, saber acerca do Criador e da razão porque Ele criou os seres humanos era e continua ser importante.
A Resposta
Com vista responder a pergunta: “Porque Deus criou o homem?” deve-se em primeiro lugar determinar em que perspectiva a pergunta está sendo colocada. Do ponto de vista de Deus, a mesma significaria, “O que fez com que Deus criasse os seres humanos?” enquanto que sob o ponto de vista do ser humano significaria “Porque finalidade Deus criou os homens?” Ambos os pontos de vistas representam os aspectos interessantes de perguntaque segue: “Porque é que eu existo?” Nos folhetos que seguem,os dois aspectos de perguntas serão explorados de maniera lara apoiado com a revelação divina. Este não constitui um tema para a especulação humana, porque as deduções humanas não de maneira alguma produzir toda a verdade neste assunto. Como é que será possível aos humanos deduzirem intelectualmente a realidade da da sua existência quando eles dificilmente compreendem como é os seus próprios cérebros ou ainda entidade superior a esta, a mente, funciona? Por consequinte, muitos filósofos que especularam sobre esta questão nos tempos idos aduziram ínumeras respostas, todas as quais baseadas em assunções/alegações que nem se quer podem ser provadas. Perguntas feitas sobre este tema levou a vários filólosos ao ponto de alegar que nós não existimos na realidade e que que o mundo na sua totalidade trata-se de uma pura imaginação. Por exemplo, o filósofo Grego Platão (428-348 BC) disputou/ alegou que o mundo quotidiano das coisas mutáveis, que o homem se apercebe mediante o uso dos seus órgãos de sentido, não é uma realidade primária (fundamental), mas sim um mundo sombrio de manifestações. Muitos outros, como foi dito antes, alegaram e continuam a alegar que não existe finalidade alguma na criação dos humanos. Para eles, a existência humana é meramente um produto de sorte/ acaso. Não pode haver finalidade alguma se tiver-se me conta que a vida evoluiu da matéria inanimada que transformou-se posteriomente em animada por mero acaso. Os supostos ‘Primos” da humanidade, os macacos e gorilas não se preocupam com as questões da existência, por isso, porque é que os seres humanos têem que se preocupar com as mesmas?
Apesar da maior parte das pessoas colocarem a pergunta de porque é que somos criados de lado depois de algumas reflexões ocasionais, torna-se muito difícil aos seres humanos saberem a resposta. Desprovido do conhecimento de uma resposta exact/correcta, os seres humanos tornam-se indistinguíveis dos animais a sua volta. As necessidades e desejos dos animais em comer, beber e procriarem-se tornam-se a finalidade da existência humana e os esforços humanos voltem-se todos esta esfera limita. Quando a satisfação material desenvolve-se em meta mais importante da vida, a existência humana então torná-se ainda mais degradada do que daquilo dos animais mais baixos. Os seres humanos vão continuamente proceder à má utilização da intelegência de que são doutados por Deus quando lhes faltarem o conhecimento da finalidade da sua existência. A mente do ser humano degradado utiliza as suas faculdades para criar drogas e bombas e encontra-se absorvido em fornicações, pornografia, homosexualidade, advinhação, suícidio, etc. Sem o conhecimento da finalidade da vida, a existência humana perde todo o sentido e por conseguinte, é desperdiçada, e a recompensa de uma vida eterna de felicidade na vida de além fica completamente aruinada. Por isso, torna-se vital que os seres humanos saibam respoder correctamente a pergunta: “Porque é que estamos aqui?”
Os seres humanos na maior parted as vezes voltam para outros seres humanos iguais para concederem respostas(às suas aprensões). Todavia, o único lugar onde respostas clarividentes e preçisas podem ser encontradas é nos livros de revelação divina. Foi necessário que Deus revelasse ao homem a finalidade da vida através dos Seus profetas, porque os seres humanos são de per si incapaz de chegarem às respostas correctas eles próprios. Todos os profetas de Deus ensinaram aos seus sequazes(seguidores) as respostas à pergunta “Porque é que Deus criou o homem?”
As Escrituras Judeo-Cristã
Um estudo da Bíblia deixa o indagador honesto pela verdade perdido. O velho Testamento parece estar mais preocupado com as leis e a história do homem primitivo e dos Judeus no lugar de responder à pergunta primordial sobre a criação da humanidade. Em Génesis, Deus cria o mundo e o Adão e Eva em seis dias e depois ‘descança’ no sétimo dia, uma vez findo o Seu trabalho. Adão e Eva desobedecem a Deus e são por isso castigados e os seus filho Cain mata o outro filho deles Abel e depois desloca-se para residir na terra conhecida como Nod. E Deus (perante essa situação) arrependeu-se haver criado o homem! (Gênesis 6:6: “Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra”) Mas porque é que as respostas não se encontram lá de maneira clara e einequívoca? Porque é que a maior parte da linguagem utilizada é simbólica, deixando à alçada do leitor a imaginação do seus significados? Por exemplo, em Génesis 6:1-3, encontra-se afirmado o seguinte: “Quando os homens tinham começado a se multiplicar na superfície do solo elhes nasceram filhas, os filhos de Deus viram que as filhas de homem eram belas e tomaram por mulheres as suas escolhidas.” (Quem são esses ‘filhos de Deus’? Cada Seita Judaica e cada uma das muitas seitas Cristãs que os seguiram têem a sua prórpia explicação. Qual será a interpretação correcta? A verdade é que a finalidade da criação da humanidade foi ensinada por profetas dos tempos idos, todavia, alguns od seus seguidores –em colaboração com os demónios, adulterarm as escrituras posteriormente. As respostas ficaram vagas e grande parte da revelação ficou escondida em linguagem simbólica. Quando Deus enviou Jesus Cristo aos Judeus, ele virou as mesas dos mercadores que colocaram negócios/mercadorias para venda dentro dos templos,e ele pregou contra a interpretação ritualística da lei que era praticada pelos rabis Judeus. Ele reafirmou e revivou a lei do Profeta Moisés. Ele ensinou a finalidade da vida aos seus discípulos e demonstrou como atingí-la até nos seus últimos dias neste mundo. Contudo, após a sua partida deste mundo, a sua mensagem ficou distorçida por aqueles que alegaram ser seu seguidor. A verdade clarividente que ele trouxe ficou assim vaga, como ficaram as mensagens dos profetas antes dele. O simbolismo foi introduzido,, sobretudo nas Revelações do João, e o Envagelho que havia sido revelado ao Jesus foi perdido. Os outros quatros evangelhos constituídos por homens escolhidos por Atanásio, um bispo do quarto século, com o intuito de substituir o perdido Envagelho de Jesus Cristo. E cerca de 23 Livros redigidos por Paulo e tantos outros incluídos no Novo Testamento chegaram a ultrapassar mesmo as quatro versões do Envagelho. Consequentemente, os leitores do Novo Testamento não são capazes de encontrar as respostas clara e precisas sobre a questão ‘Porque é que Deus criou o homem?’ Um indivíduo ve-se forçado a seguir cegamente os dogmas artificiais (fictícios) de quaisquer que seja a seita que as pessoas adoptara ou em que pertencem. Os Envagelhos são interpretados de acordo com a crença de cada seita, e o indagador /procurador da verdade ve-se mais uma vez forçado a especular (imaginar), quais das interpretações é a correcta?
A Incarnação de Deus
Talvés o único conceito comum para maior parte das seitas Cristãs relativamente a finalidade da criação da humnaidade reside na aceitação da idea de que Deus tornou-se homem para que ele morresse nas mãos do homem com o intuito de expiá/purificá-los do pecado herdado do Adão e dos seus descendentes. Pra eles, o pecado tornou-se tão monstruoso que nenhuma obra humana de expiação ou arrependimento sería capaz de apagá/removê-lo. Deus é tão bom que o homem pecaminoso/pecador não pode se colocar a Sua frente. Por conseguinte, somente o sacrifício de Deus Ele próprio poderá salvar a humanidade do pecado.
A crença nesta mito fabricado pelo homen tornou-se assim a única fonte de salvação, de acordo com a Igreja. Da, a finalidade da criação transformou-se em reconhecimento do ‘sacrifício divino’ e na aceitação de Jesus Cristo como o Senhor Deus. Isto pode ser deduziod das palavras a seguir enumeradas atribuídas ao Jesus, de acordo com o João: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João, 3:16) Todavia, se isto é a finalidade da criação e o pré-requisito para conquistar-se a vida eterna, porque é que a mesma não foi ensinada por outros profetas? Porque é que Deus não tornou-se homem no tempo de Adão e dos seus filhos para que toda a humnaidade tivesse sido brindada a mesma oportunidade para realizar a sua finalidade de existência e assim alcançar a vida eterna? Ou então será que aqueles que precederam o Jesus tinham uma outra finalidade da vida? Actualmente, todas as pessoas que Deus predestinou em não houvir de Jesus jamais não têem a oportunidade de realizar/ almejar a sua suposta finalidade da criação? Tal finalidade, fica naturalmente limitada para preencher As necessidades da humanidade.
Tudo Quanto Existe é Deus
As escrituras Hindu ensinam que há muitos deuses, muitas incarnações de deuses, pessoas de Deus e que tudo quanto existe é Deus, Brahman. Apesar da crença de que o ego (atman) de todas as coisas vivas representa na realidade a pessoa do Brahman; surge um sistem de casta (clérico) opressivo no qual todos os Brahmans, os padres castas (cléricos), estão doutados da supremacia espiritual desde a nascençia. Por outro lado, os castas (cleros) de Sudra estão excluídos dos estatutos religiosos e o seu dever exclusivo na vida é de “servir humildemente” os os outros três cleros e os seus milhares de subcastas (subcleros).
De acordo com o filósofos monistas Hindu, a finaliade da humanidade é a realização da suas dinvidades e –seguir o caminho (marga) para emancipação (moksha) apartir da roda do nascimento-a reabsorção da alma humana (atman) para a última realidade, Brahman. Para aqueles que seguem o caminho de bhakti, a finalidade é de amar a Deus porque Deus criou a humanidade para “desfrutar um relacionamento-como acontece de um pai para o seu filho” (Srimad Bhagwatam). Para um simples fiel Hindu, a finalidade primordial da vida mundana reside em comformar-se com os deveres sociais e rituais, as normas costumárias de conduta para casta de um indivíduo- o caminho de karma.
Pese o facto da maior parte da religião dos textos de Védico, que se debrussa a volta dos ritos de sacrifício do fogo terem sido apagados/removidos/ escamoteados pelas doutrinas Hindu e eplas práticas que se encontram nos outros textos, a autoridade absoluta e sagrada de Veda continua a ser o princípio fundamental da virtualdade que todas as seitas e tradições Hindus.
O Veda compreende três colecções, o mais antigo dos quais é conhecido como o Rigvela (“A Sabedoria dos Verículos). Nestes textos, Deus é descrito em muito confusos. A religião reflectida na Rigveda fundamentalmente um politeismo cuja preocupação primordial é a de apaziguar/pacificar as divindades asociadas com os céus e a atmosfera, o mais importante dos quais eram Indra (deus dos céus e de chuva), Baruna (guardião de ordem cósmica), Agni (o fogo de sacrifício), e Surya ( o Sol). Nos textos de Veda mais recentes, interesse em deuses de Rigvedicos reduz-se, e o politeismo começa a ser substituído do sacrifício de Panteismo ao Prajapati (“Deus de Criaturas”), que é o todo. No Upanishads (ensinamentos secretos sobre as equações cósmicas), Prajapati surgiu com o conceito de Brahman, a realidade suprema e a substância de universo, substituindo todas personificações específicas, transformando-se de mitologia para filosofia abstrata. Se os conteudos dessas escrituras foram tudo quanto os homens dispunham como guia, um indivíduo concluiria que Deus escondeu a finalidade da criação tanto a Ele próprio como a humanidade.
Deus não é o autor de confusão, tão pouco deseja dificuldade para a humanidade. Por consequente, quando Ele revelou a última comunicação (messagem) à humanidade volvidos mil a quatro centos anos, Ele garantiu que a mesma (messagem) seria conservada totalmente para todas ass gerações vindouras dos seres humanos. Nessa escritura final, o Qur’an, Deus revelou a Sua finalidade para a criação da humanidade, e através do Seu último Profeta, Ele esclareceu todos os pormenores que seria à alcançe da compreensão dos homens. É com base desta revelação e com base nas explicações proféticas que analizaremos as respostas correctas à pergunta: “Porquê Deus criou o homem?” nas páginas seguintes.
Porque é que Deus Criou?
Do ponto de vista de Deus, uma pergunta ainda mais fundamental deve ser feita, “Porque é que Deus criou?” Essa pergunta deve ser feita porque a humanidade não é, de facto, a maior criação. Deus fala disso no al Qur’an:
“Na verdade, a criação dos céus e da terra é muito maior do que a criação da humanidade, mas a maior parte dos humanos não compreendem isto!”
Qur’an (40:57)
A composição dos seres humanos é muito menos complexo do que a do universo no qual eles existem. Todavia, poucas são as pessoas que reflectem sobre essa realidade. Isto porque a supremacia aparente dos seres humanos sobre outras criaturas nessa terra, em virtude de viajens dos homens no espaço e do desenvolvimento contínuo das suas tecnologias e dos seus conhecimentos, a humanidade em cada etapa/época torna-se cada vez mais arrogante e considera-se a criatura de maior importânica nesse mundo. Importa salientar que a maior parte das descobertas maravilhosas dos seres humanos não são sobre os seres humanos, mas sim sobre o seu meio circundante. Desta feita, os esforços envidados por seres humanos têem tendência de concentrarem-se no seu mundo material em vez de serem dirigidos aos seres humanos eles próprios. Nesse versículo, Deus restitui os seres humanos no seu estatuto/ na sua posição real nesse mundo. A humanidade não passa de uma parte insignificante/pequeníssima da existência resultado de obra/acto milagroso da criação divina. Assim sendo, para compreender porque é que Deus criou a humanidade, é preçiso que um indivíduo responda primeiro a pergunta ainda mais essencial do porque é que Deus criou.
O Criador
A criação é fundamentalmente a consequência de atributos divinos de entidade do Criador. Um criador que não cria é algo de contradição de per si. Isto não significa que Deus necessita da Sua criação. Deus é isento de todas as necessidades. É sim a criação que precisa de Deus. Da mesma forma que a envergadura de um escritor é reflectida nas suas obras, a perfeição de atributo divini de criação manifesta na criação. Criação no verdadeiro sentido de palavra é um atributo exclusivo ao deus. Apesar dos seres humanos atribuirem o acto de criação a eles próprios, o que eles fazem na realidade não é criação. A humanidade apenas manipula o que já existe-o que já havia sido criado por Deus. A título exemplificativo, uma mesa é feita de madeira que preveio de árvore e a mesma posta em conjunto com os pregos e parafusos feitos apartid de metais que são provenientes de rochas. Os seres humanos não fizeram as árvores ou as rochas. De facto, toda a criação humana tem a sua origem em elementos básicos que os humanos não podem fazer. Mesmo os artistas ‘criam’ desenhos com base naquilo que ele viu. Não é possível imaginar aquilo que os órgãos de sentidos não perceberam. Desta forma, tods os pensamentos/ideas dos artsitas não passam das relexões daquilo que já havia sido criado. Somente Deus sozinho cria apartir de nada. Este facto fundamental era e ainda continua a não ser compreendido por algumas pessoas. Alguns filósos antigos e modernos, que não conseguiram compreender como é que Deus poderia criar apartir de nada, alegaram que o mundo criado e tudo o que contém constutuem todos uma parte integrante de Deus. O que significa, para eles, que Deus concedeu parte dele próprio e como a mesma fez o universo. Esta conclusão está basea-se em comparar o Deus do homem, que só é capaz de ‘criar’ mediante a modificação daquilo que já existe. Contudo, Deus nega toda a form de semelhanças que Lhe concede limitações humanas. Ele afirma no Al Qur’an:
“Nada se assemelha a Ele, e é o Oniouvinte, o Onividente.”
Qur’an (42:11)
Portanto, o acto de criação é resultado de atributo divino de ser o Criador. Deus descreve-Se a Ele Próprio como o Criador em ínumeros versículos em todas as partes da revelação final para chamar a atenção da humanidade sobre a realidade de que tudo pertence a Ele sozinho.
“Deus é o Criador de tudo e é de tudo o Guardião.”
Qur’an (39:62)
“E Deus vos criou, bem como tudo o que fazem.”
Qur’an (37:96)
O homem preçisa de compreender que nada acontece no universo sem a permissão/anuência de Deus. Procurar a protecção contra o mal ou procurar obter o bem apartir de qualque que seja a fonte fora de Deus constitui um erro grave. Em virtude da ignorância, muita gente tenta evitar a infortúnia e ganhar o bem através de uma variedade/ um conjunto de encantações amuletos (talismã), astrologia, quiromancia (advinhação), etc. Por conseguinte, Deus informa aos seres humanos no Qur’an para que procurem refugio em Deus contra o mal:
“Dize: Amparo-me no Senhor da Alvorada; Do mal de quem por Ele foi criado.”
Qur’an (113:1-2)
Allaah, Deus o Altíssimo, não é mal. Ele é bom. Ele criou um mundo no qual o mal ou o bem pode ser feito por seres vivos àquem Ele conferiu essa abilidade. Todavia, não há mal ou bem algum que tem lugar/acontece no mundo sem a permissão de Deus. É por isso que se torna futil voltar para outros além de Deus para procuar ajuda e protecção.
“Jamais acontecerá calamidade alguma, senão com a ordem de Deus.”
Qur’an (64:11)
O último Profeta de Deus, Mohammad-salla Allaahu aleyhi wa salaam- deu mais pormenores sobre esse conceito, afirmando, “saibas que se a humanidade inteira reunir/juntar-se todo para ajudar-te com algo, só serão capaz de ajudar-te com algo que Allaah já havia escrito para ti. Da mesma forma, se a humanidade inteira reunir-se/juntar-se para fazer-te mal, só serão capaz de fazer-te o mal com aquilo que Allaah já havia escrito que iria acontecer contra ti.”
O Misericordioso, O Indulgente
Os atributos divinos de indulgência aparecem na criação da humanidade, como por exemplo, a misericórdia e gentizela. Os seres humanos foram criados bons e puros com a capacidade natural de distinguir o bem do mal. O Altíssimo criou também os desejos nos seres humanos, e concedeu-lhes a capacidade de controlar esses desejos de acordo com a lei divina ou seguí-los (os desejos) facil e segamente. Deus criou a humanidade com o conhecimento de que iriam desobedecê-Lo. Por conseguinte, Ele ensinou aos seres humanos, começando com o Adão, como arrepender-se e posto isto purifica-se dos seus pecados. Adão e Eva representam um exmplo para a humanidade seguir. Eles esqueceram-se dos mandamentos de Deus, e o Satanás jogou com os seus desejos. Depois de haver desobedcido a Deus, eles voltaram a Ele em arrenpendimento, e Ele perdou-lhes. Na desobediência da humanidade e voltando a Deus em arrenpendimento, manifstam-se os atributos divinos de um perdão total e de uma misericórdia infinita. Mas o último Profeta –salla allahu aleyhi wa sallam- informou aos seus seguidores sobre esta realidad, dizendo-lhes: “Se vocês não cometessem pecados nenhuns e voltassem a Allaah rogando o Seu perdão, Ele ter-vos-ia subsituído por um outro povo que iria cometer pecados, depois suplicaria o perdão de All e Ele perdoá-lo-ia.”
O último Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- informou os seus seguidores acerca desat realidade dizendo, “Se não cometessem pecados e voltassem depois a Allaah, rogando o Seu perdão, Ele ter-ós-ia substituído por um outro povo que pecaria e suplicaria o perdão de Allaaah e Ele perdoá-los-ia.” Cada um dos 114 capítulos da última revelação com a excepção de um começa com a súplica, “Em Nome de Allaah, O Clemente o Misericórdioso.” Os atributos da Miseriórdia e perdão de Allaah estão expressos no sentido de incentivar os humanos a a não cairem em desespero. Não importa o tamanho do pecado dos seres humanos, Deus perdoa-lhes se o homem voltar a Ele num arrenpendimento sincero. O Mensageiro de Allaah-salla allahu aleyhi wa sallam havia afirmado: “Quando Allaah criou o universo, Ele obrigou-se a Ele próprio [conforme registado] num documento conservado por Ele próprio: Minha misericórdia ultrapassou a Minha cólera”. Ele havia afirmado igualmente que: “[Allaah criou] a misericórdia em cem partes, uma das quais havia sido enviado à terra para os génios, os seres humanos e para os demais seres vivos. É com esta única parte que eles amam-se mutuamente, monstram-se afeição e gentileza e mesmos os animais tratam os seus filhos com afeição. Allaah reservou as restantes noventa e nove partes para os Seus verdadeiros crentes no Dia de Ressureição.”
Se Allaah desejasse, Ele teria criado a humanidade como os anjos, incapazes de cometerem pecados. Todavia, isto não foi o Seu desejo, na medida em que Ele já havia criado os anjos. Os seres humanos foram criados dotados de capacidade de cometerem o pecado e quando se apercebem dos seus erros e rogam pelo Perdão de Allaah, então manifesta-se os atributos divinos da misericórdia e do perdão.
Justiça Suprema
Na forma de pensar da humanidade no fim deste mundo, os atributos da Justiça Suprema de Allaah também serão evidenciados. Com base no Seu conhecimento infinito, Allaah poderai ter criado todos os membros da raça humana que viriam viver na terra e logo a seguir a sua criação colocar alguns deles no Paraiso e os restantes no inferno. Muito antes da criação do homem, Allaah já sabia o que os homens haveria de ecolher neste mundo, que tipo de sustento e oportunidades haveria de conceder-lhes, e em que condição de crença ou discrença haveria de morrer. Portanto, poder-se-ia dizer por um lado que algumas pessoas foram predestinadas para o paraiso enquanto que as outras foram criadas para o inferno. Aaisha, a esposa do Profeta Mohammad-salla allahu aleyhi wa sallam- relatou a afirmação do Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam-como segue: “Não sabes que criou o paraiso e o inferno e criou tambem os habitantes de cada um deles?” Se Allaah tivesse colocado as pessoas destinadas ao Paraiso em paraiso, nenhum deles haveria de questionar a decisão de Allaah. Essas pessoas, pelo contrário, iriam aceitar a vida de prazer eterno e comprazer-se-ão do facto de que não foram postos no inferno. Contuod, os que seriam postos no inferno iriam perguntar o porquê? Eles haveriam de sentir o sentido de injustiça em virtude da sua ignorância do que teriam feito se tivessem vivio na terra. Esses habitantes de inferno iriam persistentemente (constantemente) contestar de que se tivessem sido dado a oportunidade de viver na terra, eles teriam acreditado e feito obras virtuosas. Consequentemente Allaah permitiu aos seres humanos para que desfrutassem das suas vidas na terra e fazerem qualquer que seja a escolha que quizessem para que quem entrar no inferno venha saber que eles escolheram-no eles mesmos. Eles haveriam de reconhecer a misericórdia de Allaah e reconhecer os seus pecados em haver rejeitado os sinais e a orientação de Allaah. Eles aceitarão a Sua decisão como sendo justa e destituído de censura. Todavia, eles vão rogar por uma outra oportunidade para que façam as boas obras neste mundo, como Allaah diz no Al-Qur’an:
“Ah, se pudesses ver os pecadores, quando prostarão as suas cabeças, ante o seu Senhor! (Exclamarão): Ó Senhor nosso, agora vimos e ouvimos! Faze-nos retornar ao mundo, que praticaremos o bem, porque agora crêmos com certeza! ”
Qur’an (32:12)
Contudo, se Allaah tivesse que re-enviá-los neste mundo após ter esquecido aquilo que viveram/virem no inferno, eles iriam mais uma vez escolher o mal e tornariam a voltar no inferno como antes. Allaah fala a respeito disso no Al-Qur’an,
“No entanto, ainda que fossem devolvidos (à vida terrena), certamente reincidiriam em lançar mão de tudo quanto lhes era proibido, porque são mentirosos.”
Qur’an (6:28)
Amor Divino
O Amor de Allaah manifesta-se nos seres existents, quer sejam crentes quer descrentes para que desfrutem desta vida, mesmo que para uma curta duração. Este amor é também perceptível na criação do paraiso para aqueles que escolherem enveredar no caminho da virtude sobre o mal. Allaah afirma na revelação final de que Ele gosta dos benfeitores (5:13), aqueles que são justos (5:42), aqueles que são piedosos (9:4), aqueles que são pacientes (3:146), aqueles que depositam a sua confiança n’Ele (3:159), aqueles que voltam junto d’Ele frequentemente em arrependimento e aqueles que se purificam (2:222). Todavia, Ele ‘e quem definiu as qualidades do que é bom, justo e piedoso para os seres humanos nas escrituras mediante o envio dos profetas. Por consequinte, aqueles que seguirem os profetas são os mais queridos de Allaah. No Al-Qur’an, Allaah instriu ao Profeta Mohammad-salla allahu aleyhi wa sallam- para anunciar aos crentes:
“Dize: Se verdadeiramente amais a Deus, segui-me; Deus vos amará e perdoará as vossas faltas, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.”
Qur’an (3:31)
Os profetas deveriam ser seguidos não somente nos actos obrigatórios ordenados por Deus, como também devem monstrar o seu entusiamo em fazer as obras voluntárias de adoração.
O amor de Allaah é também manifestado na Sua misericórdia e nas Suas graças que Ele agracia aqueles que as merecem bem assim como àqueles que não as merecem. Contudo, este amor manifesta-se particularmente na Sua vontade de perdoar quem quer que se volte a Ele em arrependimento sincero. Apartir da criação do Adão e Eva, o arrependimento havia sido concedido a eles para apagar/expiar os seus pecados o que consituiu um exempo para os seres humanos que iriam seguí-los neste mundo. Não importa o tamanho do pecado do homem, a porta o arrependimento sincero continua aberta até ao último dia deste mundo. Anas radiu allahu anhu, mencionou o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- dizendo, “Allaah, o poderoso disse: Ó filho de Adão, desde que invoque-Me a Mim e suplique-Me, perdoarei aquilo que fizeste, e não Me importo. Ó filho de Adão, mesmo que os teus pecados atingir as nuvens e rogar-Me pelo perd~ao, perdoar-te-ei. Ó filho de Adão, se concehgar-te de Mim com pecados iguais ao tamanho da terra e encontrar-se comigo sem atribuir-Me nenhum semelhante, dar-te-ei um montante igual de perdão.”
Graça Divina
Quanto aos habitants do paraiso, eles não serão introduzidos no mesmo com base nas suas boas obras somente. A graça de Allaah é que irá eventualmente levar-lhes ao Paraiso. O Derradeiro dos Profetas-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “façam aquilo que poderem para fazerem o bem e fiquem felizes [em saber que] ninguém entrará no paraiso com as suas boas obras somente.” Os seus companheiros replicaram: “ Mesmo você o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa salla-?” Ele respondeu, “Mesmo eu, a não ser que Allaah derrame sobre mim a Sua misericórdia e graça. E saibam que a obra mais querida ante Allaah e aquela que é feita constantemente mesmo que seja pequena.” Contudo, a graça de Allaah não é arbitrária. Ela basea-se em fé correcta e em obras virtuosas, como afirma Allaah no al-Qur’an:
“Quem tiver praticado o bem receberá dez vezes maior pelo mesmo; quem tiver cometido um pecado receberá um castigo equivalente, e não serão defraudados (nem um, nem outro).”
Qur’an (6:160)
Se Allaah tivesse que pedir contas a humanidade com rigor, nenhuma das boas obras de um indivíduo ultrapassará as más. Todavia, Allaah manifestou a Sua graça ao multiplicar o valor das boas obras, enquanto mantendo as más obras no seu valor facial. É mediante a graça de Allaah que os verdadeiros crentes entram no Paraiso. Isto não quer dizer que as obras não valem, mas elas não representam o factor determinante. A graça de Allaah suplanta as boas obras.
Por conseguinte, a criação dos seres humanos, os erros que eles cometem e o bem que eles fazem representam tudo isto o espectro através do qual que manifestam os atributos da misericórdia e graça de Allaah, os Seus atributos de justiça e os Seus atributos de graça.
A humanidade deveria perguntar-se porquê Allaah escolheu manifestar os Seus atributos desta forma? Deve-se somente concluir que esta foi a melhor forma, porque Allah descreve-Se como sendo o prudentíssimo e o sapientíssimo. Os humanos apenas compreendem aquilo que Allaah escolheu revelar –lhes.
“e eles (humanos) nada conhecem a Sua ciência, senão o que Ele permite.”
Qur’an (2:255)
Por isso, não devem de maneira alguma igualarem-se a Allaah. Se Ele informou à humanidade do porquê Ele decidiu fazer algo, não lhes compete questionar porquˆEle assim decidiu. Tais perguntas são infinitas e ultrapassam o limite do conhecimento do homem. Eles (os seres humanos) é que serão questionados no Dia de Juízo Final e não Ele (Allaah). Allaah aborda esse conceito no Al-Qur’an como segue:
“Ele não poderá ser questionado quanto ao que faz; eles sim, serão questionados.”
Qur’an (21:23)
Neste respeito, o Profeta Mohammad-salla allaahu aleyhi wa sallam- havia ditto no hádice reportado por Ibn Abbaas-radiu allahun anhu-, “Meditem(reflitem) sobre a criação mas não meditem (reflitem) sobre Allaah.” Meditar sobre a realidade de Allaah significa reflectir sobre o infinito. E da mesma forma com a mente equivocar-se quando reflete (medita) sobre os limites de universo finito e das galáxias e estrelas dentro do mesmo, esta mente ficará ainda perplexa e confusa em tentar compreender o ser não-criado. O Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam- alertou que as forças Satánicas procuram introduzir dúvidas nos corações do crente ao levantar questões sem respostas sobre Deus. Abu Hureira-radiu allahu anhu- relatou que o Mensageiro de Allaah-sallahu alehi wa sallam- disse: “O Satanás aparecerá à cada um de vocês e perguntará: Quem criou isto e aquilo? Até que chegar a perguntar: quem criou o vosso Senhor? Quando ele chegar a este ponto, um indivíduo deverá refugiar-se junto de Allaah [ e deverá dizer: afirmo a minha fé em Allaah e nos Seus profetas] e evitar tais [pensamentos].”
Porquê razão Allaah criou a humanidade?
Na perspective da humanidade, a pergunta “porquê Allaah criou o homem”? implica “porque finalidade o homem foi criado?” Na última revelação (o Al-Qur’an), essa pergunta é respondida sem nenhuma ambiguidade. Os humanos são informados primeiro por Allaah de que cada ser humano nasce com uma percepção natural de Allaah. No Al-Qur’an, Allaah disse:
“E de quando o teu Senhor extraiu das entranhas do filhos de Adão os seus descendentes e os fez testemunhar contra si próprios, dizendo: Não é verdade que sou o vosso Senhor? Disseram: Sim! Testemunhamo-lo! Fizemos isto com o fim de que no Dia da Ressurreição não dissésseis: Não estávamos cientes. Ou não dissésseis: Anteriormente nossos pais idolatravam, e nós, sua descendência, seguimo-los. Exterminar-nos-ias, acaso pelo que cometeram mentirosos? ”
Qur’an (7:172-3)
O Profeta –salla allahu aleyhi wa sallam- explicou que quando Allaah criou o Adão, Ele firmou com ele um pacto num lugar conhecido como Na’maan no dia nono (9º) de décimo segundo (12º ) mês. Posto isto, Ele extraiu do Adão todos os seus descendentes que virão a nascer desde inicio até ao fim do mundo, de geração à geração, e colocou-os a Sua frente para que firmassem o pacto com Ele também. Ele falou para com eles, face à face, fazendo lhes testemunhar que Ele é o seu Senhor. Por conseguinte, cada ser humano é responsável pela crença em Deus, que se encontra impregnado em cada uma das almas. É com base nesta crença natural que Allaah definiu a finalidade da criação da humanidade no Al-Qur’an:
“Não criei os gênios e os humanos, senão para Me adorarem.”
Qur’an (51:56)
Desta feita, a finalidade primordial da criação da humanidade é a adoração de Deus. Todavia, o Todo-Poderoso não necessita da adora,ão do homem. Ele não criou os seres humanos devido a uma necissidade da Sua parte. Se nenhum dos seres humanos adoresse a Allaah isto não iria reduzir nada da Sua glória e se todos os seres humanos o Adorassem, também não aumentaria absolutamente nada da Sua glória. Deus é perfeito (no sentido absoluto). Ele existe sozinho destituído de necessidade. Mas todas as criaturas têem necessidades. Consequentemente, é a humanidade que necessita de adorar a Deus.
O Significado de Adoração
Para compreender porquê os seres humanos precisam de adorer a Deus, é preçiso que um indivíduo compreenda em primeira instância o que significa o termo “adorar.” O termo “adorar” tem a sua origem em velho Inglês weorthscipe o que significa ‘honra’. Por conseguinte, a adorar em língua Inglesa é definido como ‘the performance of devotional acts in honor of a deity’ (a realização de actos de devoção/reverência para uma divindade). De acordo com este termo, o homem é instruído em monstrar a gratidão a Deus mediante a Sua glorificação. Allah afirma no Al-Qur’an:
“Celebra, então, os louvores do teu Senhor.”
Qur’an (110:3)
Ao glorificar Allaah, o homem escolhe estar em harmonia com o resto da criaao que glorifica o seu Criador naturalmente. Allaah aborda este fenómeno nos seguintes capítulos de Al-Qur’an:
“Os setes céus, a terra, e tudo quanto neles existe glorificam-No. Nada existe que não glorifique os Seus louvores! Porém, não compreendeis as suas glorificações. Sabei que Ele é Tolerante, Indulgentíssimo.”
Qur’an (17:44)
Contudo, em Árabe, a lingua da última revelação, adoração chama-se ‘ibaadah’ que está intimamente ligada ao substantivo ‘abd’, o que significa ‘um escravo. Um escravo é aquele de quem se espera a execução da vontade (ordens) do seu mestre. Conseguentemente, adoração, de acordo com a revelação final, significa ‘submissão obediente à vontade de Allaah de Allaah. Isto representava a essência da messagem de todos os profetas enviados por Deus para a humanidade. Por exemplo, esta forma de adoração era categoricamente ostentado por Profeta Jesus (o Messiah ou Jesus Cristo) de segundo o Mateus (7:21), “Não basta me dizer: ‘Senhor, Senhor! Para entrar no Reino dos céus; é preciso fazer a vontade do meu Pai que está nos cues.” (Mateus 7:21) É preciso sublinhar que “vontade’ nesta citação quer dizer ‘aquilo que Deus gosta que os seres humanos façam’ mas nao significa ‘aquilo que Deus permite aos humanos de fazer. Porque nada acontece na criação sem a vontade (permissão) de Deus. A ‘Vontade de Deus’ está presente na legislação divina revelada que os profetas ensinaram os seus seguidores. Por conseguinte, a obediência à lei divina constitui a fundação da adoração. Nesse sentido, a glorificação também torna-se adoração quando os seres humanos escolherem obedecer as instruções de Allaah relativamente a Sua glorificação.
A Necessidade para Adoração
Porquê os seres humanos precisam de adorare glorificar a Deus obedecendo a legislação divina revelada? Porque a obediência à lei divina constitui a chave de sucesso nesta vida e na vida de além. Os primeiros seres humanos, Adão e Eva, foram criados no Paraiso e posteriormente expulsos do Paraiso por desobedecer a lei divina. A única forma que pode restituir os seres humanos ao Paraiso é a obediência à lei divina. O Profeta Jesus afirmou segundo os livros de Mateus haver feito a obediência ás leis divinas como a chave para entrada ao Paraiso. “E eis que um homem aproximou-se de Jesus disse: ‘Mestre, que devo fazer de bom para ter na vida eternal?’ Jesus lhe disse: “Porque me interrogas acerca de bom? Único é aquele que é bom. Se queres entrar na vida eternal, guarda os mandamentos.” (Mateus, 19: 16-17)
É narrado que Profeta Jesus insistiu também na obediência rigorosa aos mamdamentos, dizendo em Mateus (5:19): “No Reino dos cues, aquele que transgredir um só desses mínimos mandamentos e ensinar os homens a fazer o mesmo sera declarado o mínimo; pelo contrário, quem os puser em prática e os ensinar, no Reino dos cues será declarado grande.” (Mateus, 5:19)”
As leis divinas constituem a orientação para a humanidade em todos os aspectos da vida. Elas definem o bem e o mal para os mesmos e oferece aos seres humanos um sistema íntegro para a governação dos seus assuntos. O Criador sozinho sabe o que é benéfico para a Sua criação e o que não é. As leis divinas ordenam e proibem vários actos e substâncias para proteger o espírito humano, o corpo humano e a sociedade humana do mal. Para que os seres humanos atingam o seu potencial levando uma vida virtuosa/piedosa, eles precisam de adorar a Allah obedecendo os Seus mandamentos.
Recordação de Allaah
Todos os vários actos de adoração presentes nas leis divinas visam auxiliar os humanos a lembrarem-se recordarem-se de Deus. É natural aos seres humanos esquecerem-se de vez em quando e as vezes isto acontece mesmo nas coisas que lhes são deveras importantes. Os seres humanos muitas vezes aboservem-se na satisfação das suas necessidades materais que acabam por esquecer totalmente as suas necessidades espirituais. As orações regulares é orenada no sentido de organizar o dia de um verdadeiro crente avolta da recordação de Allaah. A oração interliga as necessidades espirituais com as materais quotidianmante. A necessidade de comer, trabalhar e dormir diariamente com regularidade está ligada à necessidade do homem renovar a sua relação com Deus. No que diz respeito à oração diária, Allaah afirma o seguinte na revelação final:
“Na verdade, Sou Allaah. Não há divindade além de Mim! Adora-Me, pois, e observa a oração, para celebrar o Meu nome.”
Qur’an (20:14)
Sobre o jejum, Allaah afirma no Al-Qur’an:
“Ó fiéis, está-vos prescrito o jejum, tal como foi prescrito a vossos antepassados, para que temais a Allaah.”
Qur’an (2:183)
Os crentes são incentivados de recordarem-se de Deus tanto quanto puderem. Apesar da moderação ser geralmente encorajada nas leis divinas, em todas as esferas da vida material ou espiritual, há uma excepção relativamente à recordação de Allaah. É virtualmente impossível lembrar-se de Deus demasiado, Por conseguinte, Allaah incentiva os crentes em lembrarem-se d’Ele tanto quanto puderem na revelação final:
“Ó fiéis, recordai Allaah freqüentemente.”
Qur’an (33:41)
A recordação de Deus é salientada porque o pecado geralmente occorre quando Deus é esquecido. As forças malígnas funcionam com a vontade se perde a percepção de Deus. Por conseguinte, as forças Satânicas procuram ocupar as mentes das pessoas com pensamentos e desejos irelevantes para lhes fazer esquecer de Deus. Uma vez Deus é esquecido, as pessoas de livre vontade ligam-se com os elementos corruptíveis. A revelação final aborda esta problematica da forma como segue:
“Satanás os conquistou e os fez esquecer da recordação de Deus. Estes são os seguidores de Satanás. Não é, acaso, certo, que os seguidores de Satanás serão os desventurados?”
Qur’an (58:19)
Deus, mediante a legislação divina, proibiu as bebidas alcohólicas e os jogos de azar precisamente porque eles fazem com os seres humanos se esqueçam de Deus. A mente e o corpo humano facilmente se tornam viciados às drogas e aos jogos de azar. Uma vez viciados, os desejos da humanidade de ser continuamente estimulados por esses levá-los-ão em todas as formas de corrupção e violênçia no seu seio. Allaa diz:
“Satanás só ambiciona infundir-vos a inimizade e o rancor, mediante as bebidas inebriantes e os jogos de azar, bem como afastar-vos da recordação de Deus e da oração. Não desistireis, diante disso?”
Qur’an (5:91)
Consequentemente, a humanidade precisa de lembrar-se de Deus para a sua própria salvação e crescimento. Todos os seres humanos têem fraquezas o que lhes leva a comter pecados. Se eles estão desprovidos de meios de lembrar-se de Deus, eles vão afundar-se ainda mais na corrupção com cada pecado que cometem. Todavia, aqueles que seguem as leis divinas serão constementemente recordados/lembrados de Deus, o que que dar-lhes-a a oportunidade de arrepender-se e corrigirem-se. A revelação final descrebe este processo com a seguinte exactidão:
“Aqueles que, quando cometem uma obscenidade ou injustiça contra eles mesmos, mencionam a Allaah e imploram o perdão por seus pecados - mas quem, senão Allaah perdoa os pecados?”
Qur’an (3:135)
A Religião de Islão
O sistema mais complete de adoração disponível hoje-em-dia para a humanidade é o sistema que se encontra na religião de Islam. O próprio nome ‘Islam’ significa submissão à vontade de Deus. Embora Islam é comparado como o terceiro das três fés monoteistas, ela não é de maneira alguma uma nova religião. Ela é a forma da vida trazida por todos os profetas de Deus para a humanidade. Islam era a religião de Adão, Abraão, Moisés e Jesus. Deus aborda esta questão no Al-Qur’an, com relação a Abraão, dizendo:
“Abraão jamais foi judeu ou cristão; foi, outrossim, monoteísta, Muçulmano, e nunca se contou entre os idólatras.”
Qur’an (3:67)
Porque existe um só Deus e a humanidade na totalidade representa uma só espécie, a religião que Deus ordenou para os seres humanos é somente uma. Ele não prescreveu uma religião para os Judeus, uma outra para para os Indianos, e ainda uma outra para os Europeus, etc. As necessidades espirituais e sociais dos seres humanos são uniformes, e a natureza humana não mudou desde a criação do primeiro homem e da primeira mulher. Logo, nenhuma outra forma de religião é aceite ante Deus além de Islam, como Ele mesmo o declara claramente na revelação final:
“Na verdade, Para Deus a religião é o Islam.”
Qur’an (3:19)
“E quem quer que almeje outra religião, que não seja o Islam, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”
Qur’an (3:85)
Todos Actos constituem Adoração
No sistema Islâmico, todos e cada acto de ser humano pode ser convertido em um acto de adoração. Na realidade, Deus ordena aos crentes para que dediquem toda a sua vida pare Ele. No Al-Qur’an, Allaah afirma:
“Dize: Minhas orações, minhas devoções, minha vida e minha morte pertencem a Allaah, Senhor do Universo,”
Qur’an (6:162)
Todavia, para que esta dedicação seja aceite por Allaah, cada obra deve preencher duas condições (sem as quais não serão aceites)
1- Em primeiro lugar, a obra deve ser feita sinceramente procurando atingir a o Rosto de Allaah, mas pode ser feita para receber o reconhecimento e lovoures dos seres humanos. O crente deve ter presente o Deus enquanto estiver a levar a cabo a obra para garantir que o que quer que ele esteja a fazer não é proibido por Allaah ou por Seu Mensageiro (salla allaahu aleyhi wa sallam).
Com vista a facilitar esta transformação da obra mundana por adoração, Allaah instriu ao Seu último Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- para dedicar pequenas orações/preces a serem feitas antes mesmo de executar actos simples. A mais curta de todas as preces que pode ser feita em todas as corcumstâncias é : bismillaah (Em nome de Allaah). Existem todavia, muitas outras orações/preces prescritas para determinadas ocasiões. Por exemplo, sempre que um indivíduo veste uma nova roupa, o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- ensinou aos seus seguidores de dizer:
“‘Louvado seja Allah que me deu de vestir (com esses vestúarios) e
providenciou-o para mim, sem nenhuma força nem poder algum da minha parte.”
2- A segunda condição prende-se com o facto de que a obra deve ser feita seguindo o modelo profético, o que se chama em Árabe Sunnah. Todos os profetas instruiram os seus seguidores para seguir os seus modelos de vida porque eles eram guiados por Deus. O que eles ensinaram foi verdade divinamente revelada, e somente aqueles que seguiram as suas sendas e aceitaram as verdades herdarão o Paraiso eterno. É neste contexto que o Profeta Jesus-que a paz de Deus o cubra-havia afirmado segundo o livro de João 14:6: “...”Da mesma forma, Abdullaah ibn Mas‘ood-radiu allahu anhu- relatou qye um dia o Profeta Mohammad-salla allaahu aleyhi wa sallam- desenhou uma linha na arreia para os seus companheiros e disse: “Este é o caminho de Allaah.” Deporis desenhou mais outras linhas [ramificando-se] de direita a esquerda e disse: “esses são caminhos [de desorientação] em cada um dos quais se encontra um Demônio convidando as pessoas para o mesmo.” Posto isso, ele recitou o seguinte verículo:
“Não disponhais do patrimônio do órfão senão da melhor forma possível, até que chegue á puberdade; sede leais na medida e no peso- jamais destinamos a ninguém carga maios á que pode suportar. Quando sentenciardes, sede justos, ainda que se trate de um parente carnal, e cumpri os vossos compromissos para com Deus. Eis aqui o que Ele vos prescreve, para que mediteis.”
Qur’an (6:153)
Desta forma, a única forma aceitável para adorar Allaah está de acordo com a senda dos profetas. Assin sendo, as inovações nos assuntos religiosos seriam considerados por Deus como o pior de toda maldade. O Profeta Mohammad-salla allahu aleyhi wa sallam- disse, “o pior de todas as coisas é a inovação na religião, porque toda a inovação religiosa é uma maldita desorientação conducente ao fogo infernal.” Inovação na religião é proibida e inaceitável por Deus. O Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam- havia afirmado de acordo com a reportagem da sua esposa-Aaisha-radiu allahu anha- “Quem fizer algo que não pertencem ao nossos assuntos, ter-lo-á-rejeitado.”
É fundamentalmente em virtude à inovações que as messangens dos profetas anteriores foram distoriçidas e das mesmas emanaram muitas falsas religioões. A regral geral a seguir para evitar-se inovação na religião é de que todas as formas de adorações são proibidas, salvo aquelas que foram especificamente prescritas por Deus e transmitadas aos humanos por verdadeiros mensageiros de Deus.
A Melhor da Criação
Aqueles que crêem em Um dues Único, sem atribuir-Lhe semelhantes ou filhos, e practicam as obras virtuosas [de acordo com os princípios acima mencionados] estes se tornam a melhor da criação. Isto é, apesar da humanidade não é considerada a melhor da criação de Allaah, ela tem o potencial de torna-se a melhor da Sua criação. Nesta última revelação, Allaah afirma este facto como segue:
“Por outra, os fiéis, que praticam o bem, são as melhores criaturas,”
Qur’an (98:6)
O Pior Pecado
Contrariar a finalidade da criação torna-se então em pior pecado que o homem pode cometer. Abdullaah relatou que ele perguntou ao Mensageiro de Allaah-salla allahu aleyhi wa salam- qual é o pior pecado ante Allaah e ele respondeu, “atribuir um semelhante a Allaah, mesmo depois d’Ele vos ter criado.” Adorar outras falsas divindades além de Allaah chama-se shirk em língua Árabe, que é o único pecado imperdoavel. Se um ser humano morre neste estado de adorar faslas divindades além de Deus sem arrepender-se do seu pecado, Allaah pode perdoar-lhe todos os seus pecados com a excepção do shirk. Allaah disse:
“Allaah jamais perdoará a quem Lhe atribuir parceiros; porém, fora disso, perdoa a quem Lhe apraz.”
Qur’an (4:48)
Adorar à falsas divindades além de Allaah consiste em designer os atributos do Criador para a Sua criação. Cada seita religiosa faz isto da sua forma peculiar. Somente um pequeno de gente ao longo dos tempos negaram na realidade a existência de Deus. Para justificar a sua rejeição do Criador, foram obrigados de fazer alegações destituídas de lógicas de que este mundo não tem inicio. A sua alegação não faz sentido na medidade em que todas as partes observáveis do mundo têem o seu inicio em termos de tempo, portanto, dai, faria mais sentido concluir que a totalidade das partes de que constituem os munods tem inicio. Como também farai mais sentido presumir que o que quer que tenha causado a existência dos mundos não podia ser parte integrante do mundo tão pouco ter inicio como o mundo. As declarações ateistas de que o mundo não tem inicio significa que a matéria de que o universo é constituído é eterna. Esta é uma afirmação de shirk, porque o atributo de Deus de não possuir inicio é dado à Sua criação. Historicamente falando,. A cifra dos ateitas genuinos sempre foi pequena porque, apesar das suas alegações , eles intuitivamente subconscientemente conhecem que Deus existe sim. Isto é, apesar de dêcadas de indoctrinação comunista, a vasta maioria dos Russos e Chineses continuaram acreditar em Deus. O Criador Omnipotente sublinou este fenómeno dizendo:
“E os negaram, por iniqüidade e arrogância, não obstante estarem deles convencidos.”
Qur’an (27:14)
Para os ateistas e materialistas, a vida não tem finalidade além da satisfação dos seus desejos. Por conseguinte, os seus desejos tornaram-se em ídolo à quem eles obedecem e se submetem no lugar de Um Verdadeiro Deus. No Al-Qur’an, Allaah afirma:
“Não tens reparado em quem toma por divindade os seus desejos?”
Qur’an (25:43)
Os Cristãos deram o Profetas Jesus Cristo os atributos do Criador fazendo-o em primeira instância como sendo co-eterno com Deus, e posterirmente transformando-lhe em personalidade de Deus àquem deram o título de ‘filho de Deus.’ Os Hindus, por outro lado, acreditam que Deus encarneceu-se em homem em êpocas variadas, mediante a encarnação chamada avatars, e mais tarde dividiram os atributos de Deus em três deuses, Brahma o criadorm Vishnu o preservador e Shiva o destruidor.
Amor de Deus
Shirk ocorre também quando os seres humanos amam, confiam ou temem a criação mais do que a Allaah. Na última revelação, Deus disse:
“Entre os humanos há aqueles que adotam, em vez de Deus, rivais (a Ele) aos quais professam igual amor que a Ele; mas os fiéis só amam fervorosamente a Deus.”
Qur’an (2:165)
Quando essas qualidades ou outras são dirigidas à criação de forma fervorosa, elas fazem com que os seres humanos desobedeçam a Deus para agradar aos outros humaos. Contudo, Allaah somente merece ser dedicado as qualidades de amor fervoroso, confiança absoluta e temor, porque é Ele sozinho que deve ser amado e temido mais do qaue a criação. Anas ibn Maalik-radiua allahu anhu- relatou que o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Quem possuir [as seguintes] três qualidades terá saboreado/provado a doçura da fé: ele ama Allaah e Seu Mensageiro acima de todos; ele ama um outro ser humano apenas por causa de Allaah; e detesta voltar à descrença após Allaah lhe ter salvo como detesta ser deitado no fogo infernal.”
Todas as razões porque os seres humanos amam os outros humanos ou amam as outras criaturas são razões mais fortes para os seres humanos amarem a Deus mais do que a Sua criação. Os humanos amam a vida e o sucesso, e detestam a morte e fracassos. Porque Allaah é Quem origina a vida e o sucesso, Ele merece receber o amor total e devoação da humanidade. Os humanos tambédm amam aqueles que lhea ajudam e que lhes s~ao prestativos quando se deparam com a necessidade. Porque todo proveito (7:188) e toda ajuda (3:126) provem de Deus, Ele deverá ser amado acima de todos.
“E se contardes as mercês de Deus, não podereis enumerá-las.”
Qur’an (14:34)
Contudo, o amo supreme que os humanos deverai exprimir ao Deus não deve ser reduzido a um denominador comum do seu amor emocional pela criação. Da mesma forma como o amor que os homens sentem para com os animais, não pode ser igual ao o que sentem por outros seres humanos, dai o amor para com Allaah deve transcender o amor que expimem um para com outro. O amor humano para com Deus, deve ser essencialmente um amor conducente à obediência total às leis de Deus,
“Dize: Se verdadeiramente amais a Deus, segui-me; Deus vos amará.”
Qur’an (3:31)
Isto não é um conceito abstracto, porque o amor humano para com os outrso humanos também implica obediência. Isto é, se um amado solicita que algo seja feito, os humanos lutarão no sentido de fazê-lo de acordo com o nivel do seu amor para com aquela pessoa.
O amor de Deus deverá ser exprimido no amor daqueles que Deus ama. É inconcebível que aquele que diz amar Allaah irá detestar aqueles que Allaah ama e amar aqueles que Ele detesta. O Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam- disse –como vem reportado por Abu Hureira-radiu allahu anhu- “Quem ama por causa de Allaah e detesta por causa de Allaah, dá por causa de Allaah e recusa-se de dar por causa de Allaah, terá aperfeiçoado a sua fé.” Dai, Aqueles que têem fé correcto amarão todos quantos amam a Deus. No capítulo Maryam (Maria), Allaah assinala que Ele coloca amor nos corações dos crentes porque eles são os piodosos:
“Allaah concederá amor àqueles que acreditaram e praticarem o bem,”
Qur’an (19:96)
Abu Hureira-radiu allahu anhu- relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allahu aleyhi wa sallam- falou o seguinte a este respeito, “se Allaah ama um servo Ele informa ao Anjo Gabriel que Ele ama fulano e odena-lhe para que ele também o ame, assim Gabriel amá-lo-á. Depois Gabriel anunciará aos habitantes dos céus: ‘Allaah ama fulano, portanto, amem-o também.’ Desta forma, os habitantes dos céus amar-lo-ão. Posto isto, ele será concedido o amor das pessoas da terra.”
Orações
As orações devem ser dirigidas a Deus sozinho, porque Ele responde as orações/preces. Ele está sempre disponíevl desde que as pessoas Lhe invoquem sinceramente.
“Quando Meus servos te perguntarem de Mim, dize-lhes que estou próximo e ouvirei o rogo do suplicante quando a Mim se dirigir.”
Qur’an (2:186)
O Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- acentuou essa posição, dizendo, “se rogar nas preces, roga somente a Allaah, e se procurar ajuda, procura-no de Allaah.” Assim, a prece/oração feita aos seres humanos, vivos ou mortos, é uma forma de shirk. A pessoa para quem as preces /orações são dirigidas torna-se objecto de adoração. An-Nu’maan ibn Basheer –radiu allaahu anhu- relatou que o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse, “a prece é adoração.”
“Aqueles que invocais em vez de Deus são servos, como vós. Suplicai-lhes, pois, que vos atendam, se estiverdes certos!”
Qur’an (7:194)
Desta feita, a prática dos Cristãos Católicos de oara para os santos constitui shirk. Se algo é perdido, dirige-se a prece para o Santo António de Thebes para encontrá-lo. O Santo Jude Thaddaeus é o patronono de impossível e é invocado para a intercessão de doenças incuráveis, matrimónios duvidosos ou coisas semelhantes. Era também costume recorrer à protecção do Santo Cristovão, o patrono de viajantes, sempre que alguem estivesses prestes a viajar. Acontece pórem que em 1969 O Santo Cristovão fopi retirado da lista dos santos por um decreto papal, após confirmação de que se tratava de um indivíduo fictício. As preces são também dirigidas à Maria, a mãe de Jesus, e aos outros anjos, como Michaelmas, tudo isso é shirk. Mesmos os Cristãos que proibem adoração de santos mas por outro lado fazem as suas preces à Jesus, através dele ou do seu nome, cometem shirk. Da mesma forma, Deus comandou o Profeta-salla allahu aleyhiwa sallam- para informar aos seus seguidores o seguinte, conforme preceituado no Al-Qur’an:
“Dize: Eu mesmo não posso lograr, para mim, mais benefício nem mais prejuízo do que o que for da vontade de Deus. E se estivesse de posse do incognoscível, aproveitar-me-ia de muitos bens, e o infortúnio jamais me açoitaria. Porém, não sou mais do que um admoestador e alvissareiro para os crentes.”
Qur’an (7:188)
Abu Hureira-radiu anhu relatou que quando o versículo:
“E admoesta os teus parentes mais próximos.”
Qur’an (26:214)
foi revelado ao Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam-, ele disse: “Ó Povo de Quraich, obtenham a vossa salvação de Allaah [mediante a realização de boas obras]. Porque não posso beneficiar-vos de maneira alguma contra Allaah..Ó Fátima, filha de Mohammas, peça-me o que quer que desejares [nesta vida], porque não nada que posso te beneficiar contra Allaah.”
Porquê Allaah criou o homem na terra?
A pergunta relativamente à finalidade da humanidade da crfiação da humanidade pode ser expandida/alargada para incluir os seres humanos neste mundo em que vivem. A pergunta seria então: “Porquê Allaah criou os seres humanos neste mundo? Mais uma vez, a resposta à essa pergunta pode ser facilmente acada na revelação final, Capítulos al-Mulk e al-Kahf:
“Que criou a vida e a morte, para testar quem de vós melhor se comporta - porque é o Poderoso, o Indulgentíssimo”
Qur’an (67:2)
“Tudo quanto existe sobre a terra, criamo-lo para ornamentá-la, a fim de os experimentarmos e vermos aqueles, dentre eles, que melhor se comportam.”
Qur’an (18:7)
Desta feita, a finalidade da criação dos seres humanos neste mundo é dxe testar a sua conduta. Este mundo da vida e morte, riqueza e pobreza, doença e saude, foi criado para peneirar as almas virtuosas das almas iníquas. O comportamento humano neste mundo é a medida da fé.
É importante sublinhar que o teste de comportamento humano não visa informar à Allaah sobre a humanidade, porque Ele já sabia tudo a respeito desta antes de lhes ter criado. O teste visam sim confirmar no Dia de Juízo Final que aqueles que forem para o fogo infernal o merecerão e aqueles que forem para o Paraiso será somente mediante a graça de Allaah. Com relação aos seres humanos nesta vida, o teste de comportamento visa atingir dois objectivos: (1) o crescimento espiritual do homem e (2) castigo ou recompensa.
Crescimento Espiritual
O teste deste mundo é fundamentalmente para o crescimento espritual dos seres humanos. Da mesma forma como um fogo intenso separa o ouro puro do minério bruto com o qual está ligado por natureza, o teste visa purificar o carácter moral dos fiéis o teste força os crentes em escolher as qualidades espirituais superiores aos seus desejos inferiores. Apesar de factode que pode-se não passar a cada teste, mesmo quando se reprova o crente cresce mediante a aprendizagem das lioes espirituais para auxiliar-lhe a passar testes futuros.
Generosidade e Contentamento
Por exemolp, em todas as sociedades humanas as qualidades de generosidade e contentamento são consideradas de entre as características mais nobres. Todavia, nenhuma dessas qualidades pode desenvolver se todos tiverem o mesmo valor de riqueza. Generosidade só pode ser adquirida quando a alma humana –consciente de que partilhar com os necessitados é um bom acto-luta contraos seus desejos de acumular a riqueza. Por outro lado, o contentamento surge quando a alma derrota a inveja e a ganância. O Criador doutado de sabdoria colocou essas medidas para essas lutas esprituais mediante a distribuição assimêtrica/desid\gual da riqueza neste mundo. No capítulo an-Nahl da revelação final, Allaah afirma:
“Deus favoreceu, com a Sua mercê, uns mais do que outros”
Qur’an (16:71)
A ganância e o egoismo constituem as formas corruptas do desejo natural do hohme para possuir. Os crentes são informados na revelação final de que a riqueza é dada como uma responsabilidade concedida humanidade por Alalaah. As possessões (os bens) existiram neste mundo muito antes do nascimento dos homens e continuam a exister mesmo depois da sua morte. Se a riqueza é utilizada de acordo com as instruções divinas, ela beneficia aqueles que as possuem tanto neste mundo como no de além. Mas se f utilizada de forma egoista, torna-se uma abominação nesta vida e a razão para o castigo na outra vida. Neste Capítulo de anfal da última revelação, Allaah alerta os crentes para que se aucatelam dos perigos da riquezae dos filhos:
“E sabei que tanto vossos bens como vossos filhos são para vos pôr à prova”
Qur’an (8:28)
Allaah continua a advertir os crentes nos Capítulos al-Munaafiqoon para que não deixem que os seus bens eos seus filhos lhes estraviam da obediência de Allaah, porque isto se trata de um teste de possessões/bens:
“Ó fiéis, que os vossos bens e os vossos filhos não vos alheiem da recordação de Deus, porque aqueles que tal fizerem, serão desventurados.”
Qur’an (63:9)
“vos elevou uns sobre outros, em hierarquia, para testar-vos com tudo quanto vos agraciou.”
Qur’an (6:165)
O desejo de acumular riqueza não pode ser satisfeito nesta vida. Quanto mais os seres humanos possuirem como riqueza mais quererão obter. O Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Se um homem tivesse um vale de ouro, ele desejaria um outro, porque nada lhe encheria a sua boca a não ser a poera (do sau sepultura) E Allaah perdoa quem se arrenpender sinceramente.” (Sahih Al-Bukhari, vol. 8, pp. 297-8, no. 447) Este desejo negativo só pode ser ultrapassado quando um indivíduo distribui a sua riqueza em caridade. Desta feita, Allaah comandou ao Profeta-salla allahu aleyhi wa sallam- para recolher caridade apartir dos seus segudiores ricos e distribuí-la entre os seus seguidores pobres,
“Recebe, de seus bens, uma caridade que os purifique e os santifique”
Qur’an (9:103)
A caridade era institucionalizada no islam desde seu inicio sob o nome de Zakat (que literalmente significa purificação e crescimento) [mas que é a caridade obrigatória. Cada crente com riqueza excendetária é obrigado a pagar uma percentagem definida anualmente aos necessitados como um acto de adoração. Reter o Zakaah é considerado como o maior pecado. Dando em caridade ajuda os crentes em perceber que a sua riqueza não é propriedade exclusiva deles para gastar da forma como lhes apraz. O Zakaah tambérm ensina os crentes da realiade de qaue eles são guardiões temporários desta riqueza. Por conseguinte, Allaah descreve os verdadeiros crentes como aqueles que reconhecem o direito de necessidade que fazendo parte da porção da suas riquezas:
“E há em seus bens uma parte para o mendigo e o necessitado.”
Qur’an (51:19)
Contudo, dar em caridade deve ser feito sinceramente para procurar-se o prazer de Allaah, mas não para ostentação ou para controlar outros. A recompensa da caridade é completamente perdida quando se feita para ganhos mundanos. Allaah aborda essa realiade no Capítulo al-Bácarah da forma como segue:
“Ó fiéis, não destroi s as vossas caridades com a recordação da vossa generosidade ou com injúrios”
Qur’an (2:264)
A avidez à riqueza torna-se ainda pior quando acompanhada da riqueza. Dai, Allaah instriu-nos em não desejar aquilo que Ele concedeu aos outros. Allaah deburuça-se sobre essa questão no Capítulo Nisaada da revelação final da forma como segue:
“Não ambicioneis aquilo com que Deus agraciou uns, mais do que aquilo com que (agraciou) outros”
Qur’an (4:32)
O Profeta –salla allahu aleyhi wa sallam- reiterou este conselho divino dizendo: “olhem para aqueles que são menos afortunados do que vocês, mas não olhem para aqueles que est~ao acima de vós, para que não negem o que Allaah vos agraciou.” (Sahih al-Bukhari, vol. 8, p. 328, no. 497 e sahih Muslim, vol. 4. p. 1530, no. 7070) Quando os seres humanos prestam a sua atenção naqueles que têem mais riqueza do que eles, a inveja surge. Eles sentem que Allah foi injusto para com eles. Por conseguinte, essas pessoas podem cometer uma série de pecados para saciar/satisfazer as suas necessidades pelo o que os outros têem. Não importante quão difícil uma situação pode ser , haverá sempre outras pessoas atravessando maiores dificuldades. Dai, reflectir sobre a situação dos menos fortunados lembra os seres humanos das várias bênçãos que Allaad lhes agraciou. É nessa luta espiritual de evitar-se a inveja que a qualidade superior de contentamento surge/emerge.de acordo com os ensinamentos dos profetas, os bens materais não constituem a vedrdadeira riqueza deste mundo. Abu Hureira-radiu allahu anhu-relatou que o Profeta –salla allahu aleyhi wa sallam-havia afirmado: “A riqueza não é [medida] em bens mas sim no contentamento.” (Sahih Al-Bukhari, vol. 8, p. 304, no. 453)
Estar contente não significa que os seres humanos devem aceitar quailquer que seja a situação em que se deparar e não tentar fazer o possível para melhorá-la. Mas sim, o contentamento significa que , depois de envidar esforços em atingir um bom nível de vida um invidívuo aceitar aquilo que Allaah destinou para ele com uma consciência calma e clara. Quando um indivíduo confia os seus os assuntos/problemas nas mãos de Deus, depois de exercer certo esforço, os corações encontrarão a tranquilidade requerida para libertar-se dos prazeres deste mundo. A este respeito, Deus afirma no Capítulo ar-Raad da revelação final:
“Não é, acaso, certo, que à recordação de Deus sossegam os corações?”
Qur’an (13:28)
Calamidades
Os testes desta vida também se apresentam em formas de infortúnios e calamidades o que contribui para o crescimento espiritualde verdadeiros crentes e para purificar os seus pecados. Ao contrário, os testes desta vida sobre infortúnios visam lembrar os crentes que cometem erros de que devem retornar na senda recta, e castigar os discrentes nesta vida além daquele da vida próxima.
Paciência
As calamidades são os alicerces atrav’es dos quais a alat qualidade espiritual da paciência nasce. Dai, não é surpreendente encontrar que os virtuosos são sujeitos a muitas tragédias e dificuldades nesta vida. Sa’d-radiu Allaahu anhu- reportou que ele perguntou o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam-sobre quem de entre a humanidade tinha muita provas e ele respondeu: “os profetas, depois aqueles que se aproxima deles, e depois aqueles que se aproximam deles. O homem é posto e prova de acordo com o seu nível de fé. Se a sua fé é firme, o seu teste aumenta em severidade e se for fraca, será testado da mesma forma.” (at-Tirmizhi e Ibn Majah e autenticado por sahi at-Tirmizhi, vol. 2, p. 286, no. 1956)
A verdadeira paciência é resultado de confiança total em Deus nos tempos de calamidade. A confiança em nosso Rabb é um aspecto importante de adoração e consequência natural de uma verdadeira fé. Porque a crença em Allaah significa aceitar que nada pode acontecer no universo sem a Sua anuência, dai somente Allaah merece a confiança absoluta da humanidade. Porque na verdade, é somente a promessa de Allaah que n~ao é quebrada. Não importa o grau de piedade de um ser humano, ele ou ela é capaz de errar. Os humanos vai sempre trair-se uns aos outros devido a sua natureza errante. Dai, Allaah faz menç~ao do Profeta Jacob no Capítulo Yusuf dizendo:
“o juízo é só d’Ele. A Ele me encomendo, e que a Ele se encomendem os que (n’Ele) confiam.”
Qur’an (12:67)
Allaah continua assegurar a humanidade que se ela colcoar a sua confiança total em Allaah, Ele será suficiente para eles nos seus tempos de maior provas:
“Quanto àquele que se encomendar a Deus, saiba que Ele será Suficiente”
Qur’an (65:3)
O teste comporta a fé firme de que Allaah sozinho sabe o que é melhor para a humanidade; a fé firme de que aquilo que os humaos podem perceber como bom para eles para não ser bom para eles, ao decorrer de tempo, conforme Allaah afirma no Capítulo al-Bácarah:
“Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial. todavia, Deus sabe todo mas vós não sabeis.”
Qur’an (2:216)
As provas através das quais Allaah testa os seres humanos são especialmente designados/ adequado às necessidades e circumstâncias do próprio indivíduo.Deus cria os testes para cada indivíduo tendo em conta as suas abilidades com a exteriorizar/ manifestar o melhor para os mesmos. Seria injusto testar os seres humanos acima das suas capacidades e depois serem castigados pelos seus fracassos. Dai, Deus sublinha este facto em muitos versículos da revelação final de que Ele não é injustopara com ninguém.Por exemplo, Allaah afirma no Capítulo al-Kahf:
“Teu Senhor não oprime ninguém.”
Qur’an (18:49)
Se na verdade Allaah é justo, isto significa que as provas porque atravessam os seres humanos nesta vida não estão fora das suas capacidades de as suportar. Para consolar os seres humanos, Allaah afirma este facto várias vaezes no Al-Qur’an. O exemplo desta consolação se encontra em Capítulo al-Bácarah:
“Deus não impõe a nenhuma alma uma carga superior às suas forças”
Qur’an (2:286)
Ademais, o Omnipotente promete de ue as situações difíceis que os seres humanos atravessam nesta vida não vão ocorrer sem intervalos de descanço. Se as provas fossem contínuas, elas tornar-se-iam certamente insuportáveis. Dai, cada teste é acompanhado de um período de alívio, como Allaah o sublinha duas vezes no Capítulo al-Inshiraah:
“Em verdade, com a adversidade está a facilidade! Certamente, com a adversidade está a facilidade! ”
Qur’an (94:5-6)
Desespero
É em virtude a realidade de desespero que o suicídio é explicitamente proibido no Islão. Allah afirma em Capítulo an-Nissa:
“Ó fiéis, não consumais reciprocamente os vossos bens, por vaidades, realizai comércio de mútuo consentimento e não cometais suicídio, porque Deus é Misericordioso para convosco. ”
Qur’an (4:29)
Aqueles que cometem o suicídio estão practicamente a dizer que Allaah impos sobre eles um fardoo além das suas capacidades. Eles acusam falsamente oCriador de os tratar injustamente e por isso caem num estado corrupto de incredulidade. Devido à sua rejeição fé, os seus pensamentos sobre Deus tornou-se maligno e cairam no desespero. A “vida”, como alegam muitas vezes, tornou-se injusto que já n~ao faz sentiod continuar a viver.”
“Ó filhos meus, ide e informai-vos sobre José e seu irmão e não desespereis quanto à misericórdia de Deus, porque não desesperam da Sua misericórdia senão os incrédulos. ”
Qur’an (12:87)
desta forma, Deus informou a humanidade que o castigo para aqueles que confeccionam maus pensamentos de Allaah é o tormento eterno do inferno. No capítulo al-Fat-ha, Allaah diz:
“É castigar os hipócritas e as hipócritas, os idólatras e as idólatras que pensam mal a respeito de Deus. Que os açoite a vicissitude! Deus os abominará, amaldiçoá-los-á e lhes destinará o inferno. Que péssimo destino!”
Qur’an (48:6)
Esperança
Por outro lado, as promesas divinas de justiça e misericórdia enchem os fiéis com a convicção requerida para enfrentarem as dificuldades desta vida. Da, a esperança em receber a misericórdia de Allaah é uma componente da fé. Aqueles que crêem em Allaah e de pacientemente lutam para fazer aquilo que está certo têem o direito de esperar pela misericórdia de Allaah, porque ele prometeu ajudar e apoioar os pacientes.
“Ó fiéis, amparai-vos na perseverança e na oração, porque Deus está com os perseverantes.”
Qur’an (2:153)
“Aqueles que creram, migraram e combateram pela causa de Deus poderão esperar de Deus a misericórdia, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.”
Qur’an (2:218)
Obviamente que o Paraiso é a recompensa pela paciência com base em crença sincera em Deus. Deus informa os fiéis sobre a recompensa que terão como segue:
“Mas tu (ó Mensageiro), anuncia (a bem-aventurança) aos perseverantes -Aqueles que, quando os aflige uma desgraça, dizem: Somos de Deus e a Ele retornaremos”
Qur’an (2:155-6)
A paciência basea-se tgambém na crença segundo a qual tudo o que acontece à humanidade é resultado das suas más obras. (De facto, toda a corrupção na terra é o produto das más obras dos homens. Allaah afirma isto no Capítulo ar-Room (30:41) [A corrupção surgiu na terra e no mar por causa do que as mãos dos humanos lucraram. E (Deus) os fará provar algo de que cometeram. Quiçá assim se abstenham disso.] citado no fim deste livro) Deus lembra a humanidade desta realidade no Capítulo ash-Sgurah da revelação final, dizendo:
“E todo o infortúnio que vos aflige é por causa do que cometeram vossas mãos, muito embora Ele perdoe muitas coisas. ”
Qur’an (42:30)
A verdade é que Deus ignorou grande parte do mal dos homens. Se Ele fosse castigar rigorosamente de acordo com as suas obras, eles (os homens) e tudo o que existe na terra seria destruído. Deus fala desta questão no Capítulo Faatir como segue:
“De sorte que se Deus tivesse castigado os humanos pelo que cometeram, não teria deixado sobre a face da terra um só ser; porém, tolera-os até um término prefixado.”
Qur’an (35:45)
Por conseguinte, tanto as provas de bem e os teste com mal beneficiam o crente. As vidas dos verdadeiros fiéis estão equilibradas entre os dois extremos do comportamento humano. Eles não se tornam supercontentes com sucessos da vida ao ponto de se esquecewrem de Deus , tão pouco se tornam deveras depremidos com as dificuldades e fracassos da vida ao ponto de perder a esperança em Deus. Pelo contrário, eles lembram se seu Senhor e Beneficiente e depositam a sua confiança total nas decisões ded D’Ele (Deus). Suhayb Ibn Sinaan –radiu allahu anho- relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam-disse: “A situação ou o caso do crente é admirável! Toda a sua vida é benéfica e isto só acontece ao crente. Ele atravessa bons tempos (é agraciado), ele é grato e isto é bom para ele e quando ele se depara com maus tempos(dificuldades), ele torna-se paciente e isto é bo para ele. (Sahih Muslim, vol. 4, p.1541, no.7138) Este é a situação daquele que aceitou o destino de Deus. Assim sendo, a crença tanto no bem como mal aparente do que foi destinado constitui o sexto pilar da fé no Islão.
Por outro lado, se o crente atravessa uma vida destituída de problemas, isto deve ser tomado que uma indicação de que há algo que não vai bem. Nessas circumstâncias, o verdadeiro crente deve procurar tempo e formas de reflectir sobre as realiades da sua vida. Por acontecer que os teste que atravessam não estão claros para eles e por isso não se apercebem de que estão a ser testados, ou então eles devem há muito ter desviado da senda correcta. Allaah informa-nos no capítulo at-Tawbah de que prazer aparente gozado/desfrutado por incrédulos com os seus filhos e suas riquezas é somente um prelúdio do seu castigo.
“Que não te maravilhem os seus bens, nem os seus filhos, porque Deus somente quer, com isso, atormentá-los, neste mundo, e fazer com que suas almas pereçam na incredulidade.”
Qur’an (9:85)
Isto não quer dizer que os crentes devem desejar os probelemas e calamidades nas suas vidas, porque Allaah ensinou-nos a orar:
“Deus não impõe a nenhuma alma uma carga superior às suas forças”
Qur’an (2:286)
Pelo contrário, eles devem agradecer Allaah por quaisquer que sejam as provas que Lhes poupou. Todavia, em tempos de facilidades eles devem ser vigilantes e não ficar inconscientes dos testes, porque o sucesso e felicidade vezes sem contas cegam as pessoas das provas da vida.
Exortação
Os testes as vezes apresentam-se em uma forma de castigo de advertência contra àqueles que se desviaram e representa um incentivo para eles voltarem à senda correcta. Quando as pessoas se desviam, elas quase que não dão ouvidos aos conselhos daqueles que estão a seu redor. Contudo, quando uma calamidade lhes é infringida ou aos seus parentes próximos e ente-queridos, isto leva àqueles em cujos corações residem algum nível de fé em reconhecer os seus erros.
“Em verdade, infligir-lhes-emos o castigo terreno, antes do castigo supremo, para que se arrependam. ”
Qur’an (32:21)
O teste de calamidades que lembra a humanidade de desvio em que se encontra pode apresentar-se em forma da actos de desumanidade practicado por homem contra outro homem igual, como aconteceu com as atrocidades terríveis desencadeados por Serbos contra os Muçulmanos de Bosnia que tinham-se desviado do Islão, ou a invasão brutal de Saddam no Kuweit e o bombardeamento subseqente indiscriminado de América contras alvos civis em Iraque. Allaah sublinha que tudo o que os seres humanos sofrem nas mãos dos outros humanos é resultado das suas próprias obras. Todavia, o sofrimento é uma advertência para que as pessoas regressem à senda da virtude:
“A corrupção surgiu na terra e no mar por causa do que as mãos dos humanos lucraram. E (Deus) os fará provar algo de que cometeram. Quiçá assim se abstenham disso.”
Qur’an (30:41)
Hipocresia
As calamidades também expõem aqueles que falsamente alegam haver acreditado como também demonstra que aqueles que descreram escolheram o inferno por sua livre vontade. Em muitos casos, as pessoas convertem-se em Islão por razões malígnas/erradas., e quando se deparam com muito mais dificuldades do que antes da sua conversão, eles voltam à incredulidade. Deus disse no Capítulo al-Ankabut da revelação final:
“Porventura, pensam os humanos que serão deixados em paz, só porque dizem: Cremos!, sem serem postos à prova? Havíamos provado seus antecessores, a fim de que Deus distinguisse os leais dos impostores. ”
Qur’an (29:2)
Castigo
Aqueles que transgridem os limtes estabelecidos por Allaah colocam-se ao castigo nesat vida e na próxima. Em todo o Al-Qur’an, Allaah descreve ínumeras nações primitivas/passadas que rejeitaram a orientação divina e foram subsequentemente destruidas. Essas histórias servem para alertar/advertir à humanidade das consequências de rebelião contra os mandamentos de Deus. No Capítulo an-Nur, Allaah dá uma advertência geral como segue:
“... Que temam, aqueles que desobedecem às ordens do Mensageiro, que lhes sobrevenha uma provação ou lhes açoite um doloroso castigo.”
Qur’an (24:63)
O castigo pode tomar uma vast gama de formas. Actualmente, o castigo que aflinge toda humanidade em todos os países é sem dúvida a SIDA (definida como sindroma de imono-Deficiência Adquirida, que é uma enfermidade/doença transmissível por um virus que ataca o sistem de defesa do organismo contra todas as doenças, deixando o seu portador completamente vulnerável à doenças e pode eventualmente morrer apartir de quaisque uma das doenças que apanhar, segundo a definição de Chambers Pocket Dictionary, p.19). esta enfermidade surgiu pela primeira vez nos anos 80 (O primeiro caso foi identificado em 1981, segundo o Novo Dicionário de Enciclopédia Britânica, vol. 10, p. 676.) maior parte das pessoas infectadas com SIDA em todo globo são os promíscuos. Inicialmente, os homosexuais eram os principais vitimas, seguiu-se depois os bissexuais, posto isto os promíscuos heterosexuais e consomudores de drogas intravenosos. Todos os membros destes grupos rebelaram-se abertamente contra as leis divinas que resntrigem as relações exuais entre homens e mulheres dentro dos limites conjugais assim como aquelas leis que proibem o uso de intoxicantes.alguns vão dizer que o SIDA também se espalhou no seio de indivíduos castos através de transfusão de sangue com as crianças através dos pais portadores de doença. Todavia, as estatísticas médicam demonstram que tais casos são relativamente inferiores em relação à demais categorias. Pars todos efeitos, Allaah advertiu acerca disso no capítulo al-Anfaal da revelação final que quando o Seu castigo chega não se limita à maldade practicada (ou aos malfeitores) mas afecta a sociedade no seu todo:
“E preveni-vos contra a intriga, a qual não atingirá apenas os iníquos dentre vós; sabei que Deus é Severíssimo no castigo.”
Qur’an (8:25)
Volvidos mil e quatro centos anos o Profeta Mohammad-salla allaahu aleyhiwa sallam- profetizou acerca desta epidemia: Ibn Umar –radiu allahu anhu-relatou que o Profeta-salla allaahu aleyhiwa sallam- afirmou: “Quando a promiscuidade for practicada abertamente no seio das pessoas, uma epidemia e sofirmento espalhar-se-á entre elas os quais os seus predecessores não conheceram.” ( Recolhido por Ibn Maajah e autenticado por Saheeh Sunan Ibn Maaja vol. 2. p. 370, no. 3246.) Contudo, SIDA é apenas uma numa séire de enfermidades. Antes de SIDA, uma alerta foi feita sobre uma doença conhecida como herpes, que se espalhou bastante no seio dos promíscuos sexuais nos anos sessenta e setenta. A mesma ficou declara como uma epidemia em América nos meados dos anos setenta, e não existe cura para esta doença até agora. A atenção das pessoas virou para SIDA depois dos anos setenta porque esta doença não era fatal/mortal(Quando os sintomas surgem, a febre e fatiga os acompanham com um dor queimador nos órgãos genitais e também o alargamento de tumor linfas nas virilha. Sente-se também muita dor e queimadura durante a urinação)[Nova Enciclopedia Britânica, vol. 21, p. 536] enquanto que SIDA o é.
Porquê Deus criou o mundo?
A finalidade, relativamente à humanidade, da criação do mundo e do seu conteudo encontra-se especialmente definida na revelação final. Allaah afirma em Capítulos de Abraão e Al-An’aam:
“Allaah foi Quem criou os céus e a terra e é Quem envia a água do céu, com a qual produz os frutos para o vosso sustento! Submeteu, para vós, os navios que, com a Sua anuência, singram os mares, e submeteu, para vós, os rios. Submeteu, para vós, o sol e a luz, que seguem os seus cursos; submeteu para vós, a noite e o dia.”
Qur’an (14:32-33)
“É Ele Quem faz despontar a aurora e Quem vos estabelece a noite para o repouso; e o sol e a luz, para cômputo (do tempo). Tal é a disposição do Poderoso, Sapientíssimo. Foi Ele Quem deu origem, para vós, às estrelas, para que, com a sua ajuda, vos encaminhásseis, nas trevas da terra e do mar. Temos esclarecido os versículos para os sábios.”
Qur’an (6:96-7)
O conteudo deste mundo foi criado para servir a humanidade. Quer sejam produtos de invenção humana, como por exemplo os navios, quer seja o da própria natureza, tudo havia sido concedido por Deus para o uso dos seres humanos. Contudo, essas prendas não são sem responsabilidade. Os humanos devem reconhecer os favores e a misericórdia de Allaah e agradecê-Lo e glorificá-Lo por isso. A título exemplicativo, Ele ensinou os crentes nos capítulos az-Zukhruf para orar como segue sempre que montam num animal ou veículo:
“Bem como para que vos acomodásseis sobre eles (os animais), para assim recordar-vos das mercês do vosso Senhor, quando isso acontecesse, Dizei: Glorificado seja Quem no-los submeteu, o que jamais teríamos logrado fazer.”
Qur’an (43:13)
Os seres humanos também têem a responsabilidade de governar a criação de acordo com a lei de Deus. Isato é a finalidade do homem em relação ao resto da criação. Os humanos são ordenados a utilizar os conteudos deste mundo de acordo com a lei de Deus. Aboo Sa’eed-radiu allahu anhu- relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allahu aleyhi wa sallam- disse: “O mundo é embelezado e [chio] de verdura, e Allaah o altíssimo –fe-vos o seu governadores para vere como vão trabalhar.” (Sahih Muslim, vol. 4, p. 1432, no. 6606
Os seres humanos não têem a liberdade de fizer o que lhes aprouver no mundo.por conseguinte, o comportamento negativo das sociedades materialistas secularistas perante a natureza é contrária à revelação divina.
A sociedade materialista considera a natureza como um inimigo a ser conquistado (controlado). Não basta apreciar a beleza de monte Everest, mas pleo contrário, perdem-se vidas humanas todos os anos em consuitar este monte ao tentar subir ao seu auge/apogeu. N~ao basta admirar os animais ex^oticos do mundo, mas pelo contrário, durante o safaris do século findo, muitos desses animais foram caçados à sua extinção para providenciar trofeus para as salas de estar dos Occidentalistas. Apesar dos safaris terem sido interditos agora, o número reduzido de animais como por exemplo rhinoceros continuam a ser ameaçados com a extinção em virtude a importânica dos seuw cornos como ingrediente para os medicamentos tradicionais dos orientalistas.
Animais
De acordo com a revelação final, matar os animais para a diversão desportiva é proibido e pecaminoso ante o Deus. Ibn Abbas-radiu Allaah anhu- reportou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Não alvejam nenhum animal vivo. (Sahih Muslim, Vol. 3, p. 1079, no. 4813. Tirar a vida de qualquer animal vivo é proibido a não ser que seja utilizado para comer, protecção da vida humana, ou para confecção de roupa. Matança pelo divertimento é acto fundamentalmente malígno. E mesmo quando a vida de um animal é tomada pelos crimes cometidos contra sociedade, ou quando a vida de um animal é tomada para alimentação, o abatimento do animal deve ser feito com menos doloroso possível. Shahad ibn Aws contou duas coisas que se lembrou do Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam-dizendo “Certamente, Allaah ordenou excelência em todas as coisas; desta forma, quando executam alguem, façam-no da melhor maneira possível, e quando abatem um animal, façam da melhor maneira possíevl.que cada um de vós afie a sua faca isto para fazer com que o animal a ser abatdio morra confortavelmente.” (Sahi Muslim, vol. 3, p. 1078, no. 4810) Apsera doa batadores de animais terem rejeitado os ritos Islâmcos de abater animais, as alternativas do Occidente de estontear os animais a serem abatidos através de choque eléctrico ou com pancadas aniquiladoras/esmagadoras são muito mais dolorosos aos animais. Quando o pescoço é cortado com uma faca bem afiada, o animal não sente a dor e perde consciencia rapidamente assim que o coração expulsa o sangue das artérias carótida.
Cuidar dos animais está protegido na lei divina, mesmo quando se tratam de cães, que são geralmente impedidos de entrar em casa de Muçulmanos. (O Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse no hádiçe narrado por Ibn Umar “Quem guardar/tiver um cão para fíns que não sejam o da protecção de pasto ou caça perderá o tamanho de duas montanhas da sua escade de [boas] obras diárias. (Sahih Muslim, vol. 3, p. 826. no. 3815) Abu Hureira-radiu allaahi anhu- relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Um homem tinha sede enquanto caminhava, dai, ele desceu-se à um poço e bebeu água apartir deste. Ao sair do poço, ele viu um cão cheio de sede suspirando pela sede e comemdo a lama. O homem disse [a si mesmo], ‘Este cão tinha como tanta sede como eu.’ Assim ele desceu [mais uma vez] ao poço e encehu o seu sapato com água. Depois, ele pegou/agarou os sapatos entre os seus dentes, sai do poço de água de deu de beber ao cão. Allaah o agradeceu e perduou-lhe [e colocou-lhe no Paraiso].” (Sahih Bukhari vol. 3, p 120, no. 173) As pessoas perguntaram: “Ó Mensangeiro de Allaah! “Somos recompensados para servir os animais?” Ele respondeu, “”Existe recompensa para todo o tipo de serviço que prestam a todos os seres vivos.” (Sahih Al-Bukhari, vol. 3, pp. 322-3, no. 551 e Sahih Muslim, vol. 4, pp. 1215-6, no. 5577) Abu Hureira-radiu allaahi anhu- mais uma vez relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Allaah perduou uma prostituta [dos filhos de Israel][Sahihh AL-Bukhari, vol. 4, pp. 448-9 no. 673 que amarrou os seus sapatos com o seu lenço de cabeça e tirou água [do poço] para um cão que estava morrendo de sede. Por causa desse actoAllaah, perduou-lhe.” (Sahih L-Bukhari, vol. 4, pp. 338-9, no. 538 e Sahih Muslim vol. 4. p. 1216 no. 5579) Contrariamente, maltratar os animais constituem um pecado maior de acordo com a lei Islâmica. Abdullah ibn Umar-radiu allaahu anhu- relatou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- havia dito: “Uma mulher foi castigada e colocada no inferno por causa de um gato que ela encarcerrou até que morreu. Ela não lhe deu nem de comer ou beber tão pouco lhe libertou para que comesse apartir dos roedor da terra.” (Sahih Al-Bukhari, vol. 4, p. 456, no. 689, e Sahih Muslim, vol. 4, p. 1215, no. 5573)
Há momentos em que é necessário infligir-se dor aos animais, como por exemplo batê-los para que movam/ se deslocam e colocar marcas de identificação nos mesmos. Todavia, mesmo nesses momentos, Deus as instruções de Deus são visam sempre a protecção dos mesmos. Jaabar-radiu allahu anhu-relatpu que o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- proibiu bater-se em animais nas suas faces ou colocar neles as marcas de identificação nas suas faces.
Vegetação
A responsabilidade da humanidade de cuidar deste mundo não se limita em serviçosa dos animais. O reino vegetal também é considerado na lei divina. Por isso é que os Muçulmanos são proibidos em destruir as árvores de frutas durante a guerra (Muwatta Imam Malik autenticado por Albani vol. 5, p. 13-4, no. 1190) mesmo a plantação das árvores é considerado como um gesto de caridade. Jaabir-raiu allahu anhu- reportou que o Mensageiro de Allaah-salla allaahu aleyhi wa sallam- havia idto: “Todo Muçulmano que plantar uma árvore tem a recompensa de quem dá em caridade. O que é comido desta árvore é caridade; o que é roubado também o é, o que os animais comem e o que os pássaros comem, tudo isso é caridade. Toda a coisa ou pessoa que tira desta árvore concede ao plantador a recompensa de um gesto de caridade.” (Sahih Muslim, vol. 3, p. 818, no. 3764) Islam também incentiva o empreender dos esforços de arborização, mesmo que seja a última coisa que um crente pode fazer nessa vida. Anas relatou que o Profeta-salla allaahu aleyhi wa sallam- disse: “Se os sinais do inicio do Dia de Juízo Final aparecem e um de vós tiver semente nas suas mãos, ele deve plantá-la antes do inicio da ressureição. (Musnad Imam Ahmad, vol. 3, pp. 183-184 e 191e Al-Bukhari no. 479 e autenticado por Albani no Silsilah al-hadeecie as-Saheehah, vol. 1, p. 11, no. 9).
Por conseguinte, os seres humanos têem a responsabilidade de cuidar de todos os aspectos do meio ambiente no qual foram criados tendo isso como um dever sagrado. Isto requer uma oposição activa à poluição massiva e à destrução dos habitats naturais provocados por das sociedades materialistas e de consumo de que se tem caratizeado o mundo actualmente. De acordo com a revelação, negligência deste dever é considerado como um pecado enquanto que a sua realização representa um acto de adoração.
Conclusão
Os seres humanos, desprovidos do conhecimento da finalidade da criação, vageam neste mundo sem nenhuma direcção (desorientados), como barcos desprovidos de lemes. Os seus objectivos podem tanto estar errado em virtude de ausência de ensinamentos religiosos correctos, como materialistas e por isso lidam uma vida restringida neste mundo. Desta feita, torna-se essencial que as pessoas saibam porquê Deus as criou para o benefício das mesmas.
Em termos básiocs, Allaah criou com o intuito de manifestar os Seus atributos. Dai, a criação é consequência d’Ele ser o Criador, o paraiso apresenta o a Sua misericórdia e graça enquanto que o fogo infernal representa a Sua justiça, os erros da humanidade aduzem a Seu perdão, e os seres vivos e não vivos indicam a Sua generosidade, etc. A importância de saber que a criação é o meio através do qual Allaah manifesta os Seus atributos é para que os seres humanos reconheçam Dedus e aceitem o Seu decreto e os seus destinos. Contudo,, torna-se ainda muito mais importante que os seres humanos saibam a razão da sua criação. A revelação final ensina que a finalidade da criação é adoração de Allaah porque a humanidade tem que adorar-Lhe para que ela obtenha a virtude e o estatuto espiritual requerido para entrar-se ao paraiso. O significado deste conhecimento é tal que os seres humanos compreendem que a adoração é tão necessária quanto é a alimentação e respiração e não é de maneira alguma um favor que eles estão a prestar a Deus
É ainda essencial que os seres humanos perçebam a importância dos favores e dos testes colocados neste mundo. Destituído de conhecimento da finalidade da sua criação, os seres humanos tendem olhar para teste mundo como que este está sendo hóstile aos humanos. Todavia, Deus criou o mundo fundamentalmente para fazer manifestar as altas qualidades espirituais dos seres humanos. Mas os seres humanos não vão conseguir lograr nenhum benefício destes testes ao menos que depositem a confiança total a Deus e que ostentem a paciência naquilo que Ele destinou para eles. Para aqueles que rejeitam o Deus, os testes deste mundo se transformam em castigo para eles nesta vida a priori ao castigo eterno que receberão no mundo de além.
O conhecimento da finalidade da vida faz que os fiéis sejam sensibilizados sobre o seu meio circundante. A humanidade é responsável pela justa utilização dos favores desta vida. As criaturas da terra e dos mares, a vegetação e a atmosfera foram todos postos sob o cuidado dos seres humanos. Desta forma, os humanos devem tomar o maior cuidado possível na preservação do meio ambiente e das criaturas vivas dentro deste como uma forma de monstrar gratidão a Deus.
Os seres humanos, uma vez doutados deste vasto conhecimento da finalidade da criação, eles atingem a sua integridade. Eles se transformam em orientadores/guias da humanidade, monstando o caminho de virtude. Dest forma, Allaah descreve esses tipo de indivíduos, na revelação final, como as melhores criaturas da humanidade:
“Sois a melhor nação que surgiu na humanidade, porque recomendais o bem, proibis o ilícito e credes em Deus”
Qur’an (3:10)
Índice de Hádices
Referências
The Purpose of
Creation
by Dr. Abu Ameenah Bilal
Philips
Todo sucesso reside com Allaah e as bênçãos e paz de Allaah esteja com o Seu Profeta Mohammad., com os membros do seu lar, com os seus companheiros e com todos quantos o seguem até ao Dia do Juízo Final, amén!
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